"Quando o poema chega,
é um acontecimento inusitado,
uma erupção, como um vulcão.
Está tudo bem e de repente
ele começa a colocar fogo pela boca."
quinta-feira, 26 de junho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
Assim como em João Cabral
o amanhecer se faz nos galos
o trânsito, ainda não-verbal
nas buzinas, faz-se em caos
Não converse com o motorista
cuidado, o transeunte observa
o mundo moderno da pista
a "hora do rush", uma guerra
Esfrega-me sem censura
despercebida Lídia de Reis
cismo, na posterior vez
em que fálico, me procura
E sem fazer-se ruído
Esguia. Na mente, contido
empedrece o calor no peito.
Ainda sofre, preconceito.
o amanhecer se faz nos galos
o trânsito, ainda não-verbal
nas buzinas, faz-se em caos
Não converse com o motorista
cuidado, o transeunte observa
o mundo moderno da pista
a "hora do rush", uma guerra
Esfrega-me sem censura
despercebida Lídia de Reis
cismo, na posterior vez
em que fálico, me procura
E sem fazer-se ruído
Esguia. Na mente, contido
empedrece o calor no peito.
Ainda sofre, preconceito.
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